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A EXPERIÊNCIA DE VER UM JOGO DO WEST HAM

Com ingressos a 10 libras, fomos ao Estádio Olímpico de Londres e nos deparamos com um clima quase silencioso durante os 90 minutos


A experiência de ver um jogo do West Ham
O estádio recebeu mais de 50 mil pessoas. Foto: Carolina Chassot

Assistir a um jogo de futebol na Inglaterra não é um programa nada barato. Ingressos para partidas que não são tão importantes começam por volta de R$ 600, quando ainda há disponibilidade. Os mais disputados, então, é melhor nem tentar… (a não ser que você seja rico).


Estávamos em Londres bem no início da temporada europeia, que começa no final de agosto e início de setembro. E, como é comum nessa época, jogos de começo de temporada costumam ter público menor, especialmente em competições menos relevantes. Foi o caso da Carabao Cup, em que o West Ham fez uma promoção de 10 libras no ingresso, aberto para todo o público. Claro que a gente não podia perder essa oportunidade. Já havíamos assistido a um jogo do Leyton Orient, da terceira divisão, mas queríamos ver de perto um time da Premier League.


Chegamos ao Estádio Olímpico de Londres, casa do West Ham, com 1h30 de antecedência para entender melhor como funcionava a entrada. O acesso ao estádio foi fácil: pegamos duas linhas de metrô e logo estávamos lá. A entrada é feita por QR Code, e as catracas são bem estreitas, lembrando modelos mais antigos.


Os torcedores foram chegando aos poucos. A área onde ficamos não estava muito cheia, mas o estádio, no total, recebeu mais de 50 mil pessoas, incluindo a torcida adversária.


Antes do jogo começar, o West Ham mantém uma tradição encantadora: o estádio se enche de bolhas de sabão, enquanto a torcida canta  “I’m Forever Blowing Bubbles”. É emocionante ver e ouvir.


E é isso. Durante o jogo, o estádio fica praticamente em silêncio. Muitos torcedores reclamam, pedem para o time jogar melhor, mas não têm cantos, bateria, banda ou algo parecido. Quando alguém faz uma boa jogada, eles aplaudem e nada mais.


O gol do West Ham demorou para sair. Só no segundo tempo os Hammers marcaram e garantiram a classificação. Nesse momento aconteceu um pouco mais de baralhos e aplausos, mas logo depois voltou o silêncio. Para nós, que estamos acostumados com as torcidas da América Latina( barra bravas, organizadas, cantos os 90 minutos), a experiência foi completamente diferente.



É diferente. Mas é a maneira deles torcerem. Curiosamente, nossa experiência com o Leyton Orient foi um pouco distinta, ali, os torcedores cantavam mais, vibravam mais. Já no West Ham, a torcida é muito mais contida.


  • Assista ao vídeo do dia do jogo:


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