top of page

Resultados de busca

77 resultados encontrados com uma busca vazia

  • OS ESTÁDIOS FAVORITOS DE TATI MANTOVANI

    Jornalista destacou os principais estádios de sua trajetória e deu dicas para viajantes futeboleros Tati é setorista da TNT Sports Brasil em Madrid. Foto: Reprodução Desde a infância, todo fã de futebol cria uma relação especial com alguns estádios ao redor do mundo. Hoje, em mais uma edição do “Tem Estádio, Tem História com”, a jornalista da TNT Sports Brasil e setorista em Madrid, Tati Mantovani , compartilha os palcos mais marcantes da sua trajetória no esporte. Vivendo o dia a dia de um dos principais centros do futebol europeu, ela também traz dicas para quem sonha em busca explorar os destinos mais futeboleros do mundo. Confira:

  • O INUSITADO ESTÁDIO EM QUE HARRY KANE MARCOU SEU PRIMEIRO GOL

    Com mais de 500 gols na carreira, o artilheiro inglês abriu sua contagem em um palco acanhado do futebol inglês Vivemos um dia de jogo no Brisbane Road. Foto: Vítor Figueiró Quando fomos conhecer e acompanhar uma partida no Brisbane Road, estádio do Leyton Orient , nos deparamos com um clube de bairro, uma torcida modesta, mas engajada na luta da equipe nas divisões inferiores do futebol inglês. Uma experiência típica do futebol raiz . O que não sabíamos é que estávamos entrando no palco onde Harry Kane, ídolo da seleção inglesa e um dos melhores atacantes do mundo, marcou seu primeiro gol como profissional. Extremamente identificado com o Tottenham, que o revelou, e com o Bayern de Munique, onde tem colecionado gols nos últimos anos, Harry Kane viveu uma passagem curta, mas marcante pelo Brisbane Road e pelo Leyton Orient. Na temporada 2010/2011, com 17 anos, o atacante buscava mais minutos em campo e foi ganhá-los na zona leste de Londres. Confira nosso vídeo no Brisbane Road Os O's, como é conhecido o Leyton Orient, representavam, para o menino que ainda não sabia onde iria chegar, um retorno para “casa” e um avanço na sua carreira. Kane se criou na infância morando a poucas quadras do estádio do Leyton e já entendia o que era a vida naquela comunidade e a importância do clube. O primeiro gol veio logo após a estreia. Kane marcou na goleada por 4 a 0 sobre o Sheffield Wednesday , pela terceira divisão, para a explosão da torcida no Brisbane Road. Com a camisa vermelha, foram cinco gols marcados ao todo, além de uma identificação que ficou para os anos seguintes. Desde a temporada de 2021, Kane passou a patrocinar a camisa principal das equipes masculina e feminina. No espaço frontal, o jogador abre mão de qualquer propaganda comercial para divulgar instituições de caridade, ações de saúde mental e outros temas importantes para a sociedade britânica. Sempre que é convidado a comentar sua carreira e seus mais de 500 gols, Kane faz questão de relembrar o primeiro gol marcado no Brisbane Road, pelo Leyton Orient. Se todo jogador precisa começar em algum lugar, a saga artilheira de Kane começou naquele pequeno estádio da zona leste de Londres. Uma noite na terceira divisão da Inglaterra

  • O TORCEDOR QUE DEU ORIGEM AO NÚMERO 12 EM LA BOMBONERA

    Assim que entramos no gramado do estádio, já vemos o número 12 pintado na parte de cima da arquibancada Número 12 na arquibancada em La Bombonera. Foto: Carolina Chassot Quando fomos fazer o tour no estádio do Boca Juniors, nos deparamos com uma única pintura que se destacava nas arquibancadas amarelas e azuis da La Bombonera. Logo, a guia explica que o número representa a torcida como o 12º jogador em campo. De acordo com a história contada no museu do clube, essa representação do número 12 começa no ano de 1925. Na primeira excursão internacional do Boca, um torcedor chamado Victoriano “Toto” Caffarena decidiu acompanhar o time para a Europa. Toto, como era conhecido o primeiro “torcedor número 12”, era sócio do Boca desde 1922 . Na época, eram poucas as empresas que patrocinavam clubes e viagens. Por isso, ele vendeu algumas propriedades para financiar sua própria passagem e a de alguns jogadores . Durante o período em que o Boca esteve na Europa, o torcedor mais fanático ajudou no dia a dia do clube. Ao final da excursão, Agustín Cerrotti, um dos goleadores do torneio disputado pelo Boca Juniors, apelidou Victoriano de “el Jugador Número 12”. De volta a Buenos Aires, Caffarena continuou como sócio do Boca e atuou como escrivão e também como responsável pela equipe, entre outras funções. Como homenagem, a direção do clube deu um assento fixo na arquibancada e, em 1953, ele se tornou sócio vitalício. O então presidente do Xeneize, Alberto J. Armando, entregou a para ele uma placa do Jogador Número 12 em 1955, por ocasião do 50º aniversário do clube. Cartão de sócio e placa em homenagem para Toto. Foto: Reprodução De 1960 até o ano de sua morte, em 1972, ele foi presidente da República de La Boca. Com o tempo, o apelido “12” passou a ser usado por toda a torcida do Boca. Já não representava apenas uma pessoa, mas milhões de torcedores que apoiavam o time fora do campo. Assim surgiu a famosa torcida organizada do clube, a “La Doce”, que, em dias de jogos, ocupa o setor abaixo da arquibancada onde está pintado o número 12 no estádio. Ao longo do tour, percebemos a forte ligação do Boca Juniors com seus torcedores e o quanto o clube valoriza essa relação. No nosso canal do YouTube e nas nossas redes sociais, vocês podem acompanhar o tour pela La Bombonera e conhecer outras histórias de um dos clubes mais emblemáticos do mundo. ASSISTA AO TOUR EM LA BOMBONERA

  • REVIEW JOSÉ ALVALADE: COMO É CONHECER O ESTÁDIO DO SPORTING?

    Confira nossa review do tour em um dos estádios mais tradicionais de Portugal Visita ao Alvalade foi épica . Foto: Vítor Figueiró Em nossa temporada em Portugal, tínhamos como obrigação definida conhecer os estádios de Braga, Benfica, Porto e Sporting . As quatro maiores equipes do país contam com casas diferentes entre si e distintas dos padrões das arenas mundiais. Começamos com o José Alvalade , casa dos Leões de Lisboa, que oferece um tour bastante completo e intimista. Confira nossa review do tour: Entradas : Compramos as entradas direto na entrada para a visita. Não enfrentamos fila e fomos extremamente bem atendidos pela equipe do clube. Nosso tour contou ainda com a particularidade de, por sermos os únicos lusófonos, ficarmos com a guia portuguesa, que nos premiou com uma visita intimista e repleta de detalhes. Chegada ao estádio: A chegada ao Alvalade foi tranquila pelo metrô. Descemos na frente e aproveitamos para curtir os arredores e suas particularidades. Quando o assunto é futebol, o sistema de transporte de Lisboa tem amplo atendimento. Arredores : O Alvalade conta com arredores bem particulares. O clube trabalha com a ideia de um estádio multifunções e, por isso, até um Burger King e um shopping funcionam nas instalações. Guias : Nossa guia foi a mescla perfeita entre paixão pelo clube e informação. Um sentimento parecido com o que vivemos no Fulham . Ela relatava as histórias com paixão e aquela melancolia de quem conhece e ama o clube. Confira o vídeo do tour: Acessos : Acessos absolutamente amplos e um destaque precisa ser feito: fomos até o vestiário. Nos rivais Porto e Benfica, isso não nos foi permitido. Ainda pudemos curtir um bom tempo no camarote. Duração : O tour durou aproximadamente uma hora e não faltou tempo para nada. Foi possível dar uma volta completa no estádio e curtir todas as principais áreas. Museu : O Museu do Sporting é bem completo e interativo. Referências para Figo e Cristiano Ronaldo não faltam. O que nos chamou atenção foi o fato de exaltarem outras modalidades além do futebol, com itens olímpicos históricos como a bicicleta Joaquim Agostinho. Veja a review em vídeo: NOTA FINAL:

  • COMO O ARSENAL RELEMBRA A ÉPICA TEMPORADA INVICTA NO EMIRATES STADIUM?

    Visitamos a casa dos Gunners e encontramos diversas referências à sequência dos 49 jogos sem perder O icônico estádio dos Gunners. Foto: Carolina Chassot Durante a nossa temporada em Londres , visitamos o Emirates Stadium para conhecer de perto a história dos Gunners e sua relação com o futebol inglês. Logo no museu do estádio, o Arsenal faz questão de reforçar a grandeza da conquista de 2003/2004 , mantendo exposta a taça original da Premier League daquela campanha. Review da visita ao Emirates Stadium Além dela, o espaço também abriga o icônico troféu dourado, criado de forma exclusiva para celebrar a trajetória invicta, um símbolo raro que ajuda a dimensionar o que aquele time representou. Fora do museu, a memória segue viva com homenagens a dois dos principais personagens dessa história: as estátuas de Arsène Wenger e Thierry Henry , eternizados nos arredores do estádio, além de outras referências a ídolos do clube. Naquele ano, o time comandado por Wenger somou 26 vitórias e 12 empates na campanha do título de 2003/2004 e ainda engatou outros 9 jogos sem perder na temporada seguinte. A marca de 49 partidas de invencibilidade foi construída entre maio de 2003 e outubro de 2004 e rendeu ao clube esse troféu dourado único. Mesmo mais de duas décadas depois, ninguém conseguiu repetir o feito. A equipe que chegou mais perto foi o Liverpool na temporada 2019/2020, com 44 jogos de invencibilidade. No período, o Arsenal marcou 112 gols e sofreu 35. De acordo com o clube, dos 49 jogos, Henry atuou em 48 e marcou 39 gols, sendo o jogador com mais presenças em campo. Mais do que guardar taças, o Emirates Stadium preserva a memória de um feito que atravessou gerações e segue como referência máxima dentro da Premier League. Estátua épica do Henry. Foto: Vítor Figueiró ARSENAL INVICTO EM NÚMEROS 49 jogos invicto 36 vitórias 13 empates 112 gols marcados CONFIRA NOSSO TOUR NO EMIRATES STADIUM

  • VÍDEO: COMO É O TOUR DO BOCA JUNIORS EM LA BOMBONERA?

    Conhecemos todos os detalhes de um dos estádios mais famosos do mundo Conhecer a La Bombonera e todos os detalhes do tour do Boca Juniors era um dos nossos grandes desejos durante a nossa temporada em Buenos Aires (confira onde já estivemos) . Os arredores são incomparáveis: o Caminito, a maneira como tudo faz referência ao clube e a atmosfera realmente diferenciada que gira em torno do estádio José Alberto Armando. Assista ao nosso tour completo e confira os acessos dentro da La Bombonera, além da nossa opinião sobre o passeio e os valores. VÍDEO:

  • 85 MIL PESSOAS DE MÉDIA: O QUE EXPLICA O RECORDE DO RIVER PLATE?

    O River Plate atingiu, em 12 de março de 2026, uma marca impressionante: 100 jogos consecutivos com mais de 80 mil torcedores Jogo para mais de 85 mil torcedores no Monumental. Foto: Carolina Chassot Desde fevereiro de 2022, mais de 8 milhões de torcedores passaram pelas arquibancadas. É um recorde em nível mundial. A média é de 85 mil pessoas por partida, conforme divulgou o clube nas redes sociais, praticamente a capacidade máxima do estádio. Em agosto de 2025, fomos assistir a um jogo do River Plate em Buenos Aires. Era uma rodada comum do campeonato argentino. Não era decisão, não era mata-mata, não era clássico. O adversário era o San Martín, em um domingo às 19h. Fazia 5 graus e chovia tudo o que podia chover. Sendo bem sinceros, achamos que daria no máximo uns 40 mil torcedores no estádio, e isso já seria muito. Mas quando chegamos, a realidade foi outra. Mais de 80 mil pessoas estavam lá, cantando, vibrando e apoiando o time durante os 90 minutos. Nunca tínhamos visto uma torcida que canta até no intervalo da partida. Vimos pela primeira vez naquele jogo. ASSITA O VLOG DO DIA DE JOGO + TOUR NO ESTÁDIO Em outro dia, voltamos ao estádio para fazer o tour e entender melhor a história do clube. E foi ali que começamos a perceber que o River não é apenas um time de futebol, mas sim uma comunidade. Ao longo da sua história, o clube esteve presente em momentos importantes do país, inclusive se posicionando em períodos difíceis, como durante a ditadura. Mas o que mais chama atenção é como ele se expandiu para além do futebol. O River construiu uma estrutura que faz parte da vida das pessoas no dia a dia. O clube possui escola para crianças e adolescentes, universidade própria, além de uma forte atuação em outros esportes, como vôlei, basquete e handebol. Isso faz com que mais pessoas se conectem com o clube, não só pelo futebol. Para os torcedores mais velhos, o River também oferece espaços e atividades dentro do próprio clube, como academia, aulas de ginástica e até futebol para a terceira idade. Ou seja, o clube acompanha o torcedor ao longo da vida, e isso explica a paixão dos fãs pelo clube, porque o River está presente na rotina das pessoas. Por isso, faça frio, faça calor, esteja chovendo ou não, o torcedor vai ao estádio, porque o vínculo com o clube é diário. Parte interna do Monumental, onde ficam as quadras de basquete. Video: Carolina Chassot Claro, existe também um trabalho forte de marketing e construção de marca. O River Plate se tornou um clube que ultrapassa as fronteiras da Argentina, despertando também a curiosidade de turistas que querem viver a experiência de um jogo no Monumental. Mas, no fim, o que mais marca é isso: o River leva sua comunidade para dentro do estádio. E viver isso de perto, assistir a um jogo e conhecer o Monumental, foi um dos grandes momentos das nossas viagens. Para quem tiver a oportunidade, fica a recomendação: vá. Os tours completos estão disponíveis no nosso canal no YouTube . E, para acompanhar bastidores, curiosidades e mais histórias de arquibancada, é só seguir a gente também no Instagram.

  • QUEM É O JOGADOR DA ÚNICA ESTÁTUA DO STAMFORD BRIDGE?

    Ao contrário de rivais, estádio do Chelsea conta com uma estátua solitária em seu entorno O ídolo Peter Osgood. Em nossa temporada na Inglaterra, uma das coisas que mais gostamos de observar foram os arredores dos estádios . É ali que começamos a perceber a identidade dos clubes, com murais, placas, homenagens, bares históricos e símbolos que ajudam a entender o que representa um dia de jogo para cada torcida. No Stamford Bridge, casa do Chelsea, uma coisa chamou atenção logo de cara. Ao contrário do que vimos no Emirates Stadium, do Arsenal, e no Old Trafford, do Manchester United, lugares cheios de estátuas e referências a vários ídolos, o estádio dos Blues tem apenas uma estátua em seu entorno. E não é por acaso. A única estátua do Stamford Bridge homenageia Peter Osgood , um dos maiores nomes da história do clube e conhecido até hoje como o “Rei de Stamford Bridge”. A escultura foi inaugurada em 2010, em frente à West Stand, como tributo ao atacante que marcou época no Chelsea nas décadas de 1960 e 1970. O entorno do Stamford Bridge: Osgood disputou mais de 380 partidas pelo clube e marcou 150 gols, sendo protagonista de uma das primeiras grandes fases da história dos Blues. Ele foi peça fundamental na conquista da FA Cup de 1970 e também na Recopa Europeia de 1971, quando fez gol na final contra o Real Madrid. Além dos números, Osgood virou símbolo de uma geração. Era o grande ídolo da equipe do fim dos anos 60, um time que ajudou a transformar o Chelsea em um clube mais popular e competitivo. A ligação com o estádio é tão forte que suas cinzas foram enterradas dentro do próprio Stamford Bridge, sob o ponto de pênalti do Shed End, setor historicamente ligado à torcida mais apaixonada dos Blues. E mesmo tendo apenas uma estátua, isso não significa que o entorno do Stamford Bridge seja pobre em história. Um dos pontos mais marcantes é justamente o Shed End, nome que faz referência ao setor que se tornou o coração da torcida do Chelsea, especialmente entre os anos 1960 e 1970. Caminhar por ali é uma forma de entender como o clube construiu sua identidade ao longo do tempo. Confira nosso vídeo completo no Youtube:

  • NOSSA EXPERIÊNCIA NO RESTAURANTE DO ESTUDIANTES

    Desde 2019, o clube mantém bistrô colado ao campo de jogo Experiência nos coloca lado ao lado do campo de jogo. Foto: Vítor Figueiró Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, uma ida para La Plata está longe de ser um bicho de sete cabeças . De fato, a cidade fica bem afastada das principais e mais turísticas regiões de Buenos Aires. No entanto, com um trem tomado na estação Constituicion, você chega ao famoso Bosque e pode conhecer os dois principais clubes da região: Estudiantes e Gimnasia. Na nossa visita ao estádio Uno - veja o vídeo - aproveitamos para conhecer o León Bar e Bistrô, o famoso restaurante do Pincha que fica colado ao gramado e abre todos os dias em que o time argentino não joga em casa. O local é lindo e repleto de referências aos títulos e anos da história do clube. Chegamos e fomos logos acomodados em uma mesa na área externa com uma vista absurda para todo o estádio. O atendimento foi educado e não recebemos pressão para consumir absolutamente nada. Aliás, todos nos trataram com muita simpatia. Precisamos de ajuda para carregar os celulares e fomos prontamente atendidos. Os valores estão de acordo com um restaurante padrão mediano da Argentina. Não são exorbitantes e há variedade no cardápio. O principal é a liberdade que temos para passear por uma área generosa do estádio, admirar as arquibancadas, goleiras e até os bancos de reservas. Além das mesas, a área externa também conta com uma estátua do histórico técnico Carlos Bilardo e um leão que faz referência ao mascote do clube. O restaurante foi inaugurado junto com a reforma do estádio em 2019 e faz parte do projeto do Estudiantes de manter o local com "vida" todos os dias do ano. O Uno, atualmente, dos estádios argentinos, é o que mais se aproxima da modernidade da Europa. Confira nosso tour no estádio:

  • OS ESTÁDIOS FAVORITOS DE FELIPE SIMONETTI

    Comunicador destacou principais estádios de sua carreira e deu dicas para viajantes futeboleros Felipe visitou diversos estádios pela Europa. Foto: Reprodução Todo fã de futebol tem uma relação especial com alguns estádios pelo mundo. Hoje, na terceira edição do "Tem Estádio, Tem História com" o comunicador e analista do Sportv, Felipe Simonetti, nos conta os mais marcantes da sua vida. Fã de viagens de futebol pelo mundo, ele também deu dicas para quem deseja conhecer os países mais futeboleros do mundo. Confira:

  • A RELAÇÃO DOS TORCEDORES NA AMÉRICA LATINA E NA EUROPA COM O FUTEBOL

    Viajar para conhecer estádios também é uma maneira de entender como cada lugar vive o futebol Torcedores do Nacional no Gran Parque Central. Foto: Carolina Chassot Ao longo das nossas viagens, já assistimos a jogos na Europa e também em vários lugares da América Latina. Foi justamente observando esses ambientes e conversando com torcedores na Espanha, em Portugal, na Inglaterra, na Argentina, no Uruguai e no Brasil que começamos a perceber uma diferença cultural muito clara na forma de viver o futebol. Na América Latina, o futebol parece ocupar um espaço muito maior na vida das pessoas. O clube, muitas vezes, não é apenas um time: é parte da identidade, da família e da história de quem torce. Em Buenos Aires, por exemplo, é comum ver bairros inteiros marcados pelas cores do clube local. E olha que tem clube por lá. Os sul-americanos cultivam uma relação com o time de futebol que chega a ultrapassar certos limites e se tornar até um pouco tóxica. O amor pelo clube é tão grande que, muitas vezes, alguns torcedores chegam a perder a razão. VEJA O VÍDEO O VÍDEO DO JOGO DO RACING Isso não significa que na Europa não exista paixão. Muito pelo contrário. Os estádios ingleses, espanhóis e portugueses que visitamos também têm torcedores extremamente fiéis e orgulhosos de seus clubes. A diferença parece estar na forma como esse amor se manifesta. Assistindo a um jogo na Europa, tivemos a sensação de que muitos torcedores conseguem separar melhor o futebol da vida cotidiana. Eles torcem, cantam e acompanham o clube com seriedade, mas parecem lidar com derrotas de maneira menos devastadora do que é comum ver na América Latina. A frustração existe, claro, mas raramente domina completamente o humor da torcida. VEJA O VÍDEO O VÍDEO DO JOGO DO WEST HAM É importante dizer que essas percepções não são regras absolutas. Existem exceções em todos os lugares. Há torcedores extremamente apaixonados na Europa, e também há quem viva o futebol de forma mais tranquila na América Latina. Ainda assim, a impressão que ficou, depois de tantas conversas e visitas a estádios, é que, por aqui, o futebol muitas vezes ultrapassa o campo. Talvez seja justamente isso que faz os estádios latino-americanos serem tão intensos. A sensação é de que cada jogo vale muito mais do que apenas três pontos. Vale orgulho, história e pertencimento. Os tours completos estão disponíveis no nosso canal no YouTube . E, para acompanhar bastidores, curiosidades e mais histórias de arquibancada, é só seguir a gente também no  Instagram.

  • VÍDEO: COMO É FAZER O TOUR NO ESTÁDIO DO ESTUDIANTES EM LA PLATA?

    Conhecemos todos os detalhes de um dos estádios mais modernos da Argentina Visita no estádio UNO é um passeio imperdível para quem vai até La Plata. Foto: Carolina Chassot Fomos até La Plata , na província de Buenos Aires, para conhecer de perto o Estádio UNO , a casa do Estudiantes, um dos clubes mais tradicionais do futebol argentino e protagonista de grandes capítulos da história da Libertadores. Veja mais tours pela Argentina Inaugurado em 2019 no modelo atual, o estádio é um dos mais modernos da Argentina e conta com atividades diárias para manter viva a alma do clube para além dos dias de jogo. O tour acontece apenas nos finais de semana. Durante a semana, porém, o Pincha mantém aberto um café dentro do estádio, de onde é possível observar toda a imensidão do caldeirão ao lado do gramado. Agradecemos ao Estudiantes pela recepção e pela oportunidade de conhecer de perto todos os detalhes do Estádio UNO. Nossa temporada na Argentina só foi possível graças à nossa parceira Flecha Bus, que acredita no Tem Estádio, Tem História Veja o vídeo:

Assine nossa newsletter e
receba as matérias
e histórias mais incríveis dos estádios direto no seu e-mail.

  • Instagram
  • YouTube
  • TikTok
bottom of page