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  • O GUIA COMPLETO PARA VOCÊ: TOUR DE ESTÁDIOS EM LONDRES

    Fomos até a capital da Inglaterra e montamos uma lista com os melhores estádios para fazer tour, confira; Stamford Bridge, casa do Chelsea. Foto: Carolina Chassot Antes de tudo, vale dizer que o transporte público é a melhor forma de se locomover pela cidade . Ônibus, trens e metrô funcionam muito bem e podem ser pagos por aproximação com cartão internacional. Utilizamos o cartão da Nomad (não é publi, mas poderia ser), que foi fácil de usar e aceito em todos os lugares. Este guia foi pensado para quem vai passar 5 dias em Londres e tem interesse em estádios de futebol. Ficamos hospedados em Notting Hill, na zona oeste da cidade, que será nossa base de localização. Recomendamos a região por ter fácil acesso às linhas de metrô que ligam aos principais pontos turísticos, além de já ser uma área bastante visitada por quem conhece Londres. Nossa dica é comprar os ingressos dos tours antecipadamente, sempre pelo site oficial dos clubes. Assim, fica mais fácil organizar os horários, montar o roteiro e otimizar o tempo da viagem. Caso algum estádio não tenha ingressos disponíveis, vale ir até o local no horário desejado e verificar se há visitas acontecendo. Fique atento também aos dias de jogos, pois, geralmente, os tours são suspensos nessas datas. DIA 1 - Stamford Bridge (Chelsea) O tour no estádio dos Blues dura cerca de 1h30, incluindo a visita ao museu, que vale muito a pena. A experiência é guiada, com horários programados de hora em hora. O acesso é completo: camarotes, vestiários (visitante e mandante), campo e arquibancadas. Para chegar até lá, fomos de ônibus pela linha 295, que nos deixou a poucos minutos de caminhada do estádio. Antes ou depois do Stamford Bridge, dá para visitar o Palácio de Buckingham. Basta pegar o metrô na estação Fulham Broadway até Green Park (District Line, com troca). Pela manhã, em alguns dias, acontece a tradicional troca da guarda. Nos arredores ficam o Green Park e o St. James’s Park, dois dos parques mais famosos da cidade. Caminhando um pouco mais, é possível chegar ao Big Ben, que dispensa apresentações. DIA 2 - Craven Cottage (Fulham) O tour do Fulham é mais intimista, mas muito especial. O estádio é o mais antigo de Londres e mantém sua arquitetura original desde a inauguração, em 1896. A visita é conduzida por dois guias, ambos torcedores do clube e apaixonados pela história local. O acesso inclui vestiários, campo, arquibancadas e a famosa casa localizada à beira do gramado. Aproveite para caminhar pelo bairro, que é extremamente tradicional, com arquitetura típica londrina e um clima tranquilo, mesmo estando em uma das maiores capitais do mundo. O tour dura cerca de 1h, o que deixa bastante tempo livre no dia. Ao sair do estádio, vale seguir a pé até o Rio Tâmisa, uma das regiões mais charmosas da cidade. Depois, pegue o metrô na estação Putney Bridge até Westminster, onde fica a London Eye, a famosa roda-gigante com vista panorâmica de Londres. DIA 3 - Emirates Stadium (Arsenal) O tour do Arsenal dura entre 2h e 2h30, já que o estádio é grande e a visita não é guiada — o tempo depende do ritmo de cada visitante. Nós aproveitamos cada espaço com calma. O museu do clube é um espetáculo à parte, bastante interativo e muito interessante. Também vale a pena dar a volta no estádio, que conta com várias estátuas e pontos históricos ao redor. Após a visita, uma boa opção é seguir para a Oxford Street, pegando o metrô na estação Highbury & Islington até Oxford Circus. Essa é a avenida comercial mais famosa da cidade, com lojas de todos os tipos. Recomendamos a loja da M&M’s, uma das maiores do mundo, e a Lego Store. Nos dias em que fomos, havia filas, mas elas andam rápido. Ali perto também fica a Piccadilly Circus, conhecida pelos telões e pela movimentação intensa, lembrando a Times Square. DIA 4 - Tottenham Hotspur Stadium (Tottenham) Assim como o do Arsenal, o tour do Tottenham é feito sem guia, e o tempo de duração fica por conta do visitante. O estádio é moderno, bonito e extremamente bem planejado. O acesso é completo: vestiários, gramado, camarotes e banco de reservas. Em cada espaço há funcionários explicando detalhes da história do clube. Também existe a opção do Sky Walk, que leva até o escudo do Tottenham no topo do estádio, com custo adicional. Depois da visita, pegue o transporte público até o Hyde Park, o parque mais conhecido da cidade e um dos maiores da Europa. Vale a pena sentar, descansar e observar a rotina dos londrinos. Em seguida, caminhe até o Kensington Gardens, onde fica o Palácio de Kensington, uma das residências reais. DIA 5 - Wembley Stadium O Wembley é o estádio mais distante entre os citados, mas o eficiente transporte público de Londres facilita bastante o acesso. De onde estiver, procure chegar à estação Wembley Park. Os tours acontecem de hora em hora e costumam ser bastante disputados. Os grupos são grandes, o que deixa a visita um pouco mais dinâmica, mas ainda assim vale muito a experiência. O acesso inclui quase todas as áreas do estádio, com exceção dos camarotes. Durante o percurso, o guia conta histórias de grandes eventos esportivos e também de shows e acontecimentos culturais, mostrando como o Wembley vai muito além do futebol. A visita dura cerca de 1h. Ao sair, você estará em Wembley Park, uma região com diversos restaurantes e um grande outlet. Se tiver interesse, vale conferir as lojas e promoções. Caso prefira seguir o roteiro turístico, pegue o metrô até a estação Tower Hill para conhecer a Tower Bridge, a ponte mais famosa de Londres. É possível atravessá-la a pé e visitar a Torre de Londres, castelo histórico e Patrimônio Mundial da UNESCO. Londres é o destino perfeito para unir futebol e turismo, principalmente porque o transporte público conecta tudo de forma rápida e eficiente. O segredo é não enxergar os estádios como pontos isolados, mas como parte da cidade e da experiência turística. Se ficou com alguma dúvida ou quer saber mais sobre os estádios de Londres, siga a gente no @temestadiotemhistoria . Fique à vontade para mandar sua pergunta.

  • FULHAM E O REI PELÉ: AS REFERÊNCIAS NO CRAVEN COTTAGE

    O estádio da Premier League que guarda uma ligação especial com o maior jogador da história Quadros em homenagem ao Pelé na sala da diretoria. Foto: Carolina Chassot Entre tantos estádios históricos da Inglaterra, o Craven Cottage se destaca por um motivo que vai além da tradição do futebol inglês. Casa do Fulham desde 1896 , o estádio mais antigo de Londres mantém uma relação singular com Pelé, o Rei do Futebol, reverenciada ao longo de todo o tour. Localizado às margens do rio Tâmisa, o Craven Cottage é o sétimo estádio mais antigo do mundo ainda em atividade e carrega uma atmosfera histórica em cada setor visitado. Durante a experiência, a presença de Pelé é constante, com referências espalhadas pelo museu do clube e também por espaços internos, como a sala da diretoria. Guia da partida Fulham e Santos, 1973. Foto: Arquivo Fulham. O motivo dessa reverência está em um capítulo único da história do futebol. Em 1973, Pelé atuou no Craven Cottage em um amistoso entre Santos e Fulham, durante uma excursão do clube brasileiro pela Europa. Na ocasião, o Rei marcou um gol, tornando esse o único estádio em que ele balançou as redes jogando em Londres. O feito é tratado como uma honra pelo Fulham e lembrado com destaque pelos guias. Itens daquele jogo seguem preservados pelo clube, como uma revista autografada por Pelé e uma caneca entregue aos atletas da partida. A peça que pertenceu ao Rei foi leiloada em 2016 e, posteriormente, recomprada por um torcedor do Fulham, que a devolveu ao clube para integrar o acervo histórico. A ligação se estendeu ao longo dos anos. Em 2002, Pelé chegou a atuar oficialmente como olheiro do Fulham, fortalecendo ainda mais uma relação que atravessa décadas e reforça o caráter internacional da história guardada no Craven Cottage. Confira o vídeo: Siga  @temestadiotemhistoria  nas redes sociais e assine nossa newsletter para não perder nenhuma dica.

  • COMO CRISTIANO RONALDO É LEMBRADO NO MUSEU DO REAL MADRID?

    Visitamos o tour do novo Santiago Bernabéu e observamos como o antigo camisa 7 aparece ao longo do museu merengue Taça da Liga dos Campeões é o que não falta. Foto: Vítor Figueiró Durante a nossa visita ao novo Santiago Bernabéu, uma coisa fica clara logo nos primeiros passos pelo museu do Real Madrid : o clube não costuma colocar atletas em pedestais individuais. A proposta é exaltar a própria história, sua grandeza e os ciclos vitoriosos mais do que os ídolos dos anos recentes. Isso fica evidente pelo fato de não existirem áreas exclusivas dedicadas a nenhum craque das últimas gerações. Apenas referências gigantes do passado como Púskas, Di Stefano e Santiago Bernabeu são exaltados de maneiras individual. Nem mesmo Cristiano Ronaldo, maior artilheiro da história do clube, foge dessa lógica. Diante de todos os feitos com a camisa merengue, era de se imaginar uma estátua para o português. No entanto, o que ocorre é bem diferente. Ao longo do percurso, o nome de CR7 surge de forma pontual, sempre inserido em contextos coletivos. Um dos principais destaques aparece na imagem que relembra a conquista da Champions League de 2017, vencida diante da Juventus, em Cardiff. Foi uma das cinco taças europeias conquistadas por Cristiano com a camisa do Real, mas, curiosamente, nos outros títulos, o museu opta por valorizar diferentes protagonistas, como Luka Modrić e Toni Kroos. Essa escolha reforça a ideia de que cada conquista pertence a um time, a um momento específico da história do clube e não a um único jogador. Outro exemplo dessa narrativa aparece na linha do tempo dedicada a 2009. O ano das contratações galácticas é representado por uma imagem de Kaká, que chegava a Madrid como melhor jogador do mundo, na mesma janela em que Cristiano Ronaldo desembarcava no Bernabéu. A opção pela foto do brasileiro ajuda a contar aquela fase como um projeto coletivo de reconstrução esportiva. Veja vídeo das referências ao CR7 As últimas referências diretas a Cristiano Ronaldo aparecem na área dedicada às Bolas de Ouro conquistadas por atletas do Real Madrid. Ali estão reunidos os troféus que ajudam a dimensionar o peso histórico do clube — incluindo as cinco Bolas de Ouro do camisa 7 —, novamente inseridas dentro de uma coleção que reforça a hegemonia merengue ao longo das décadas. No fim da visita, fica a sensação de que o museu do Real Madrid conta a história de Cristiano Ronaldo como parte de algo maior. Um capítulo fundamental, decisivo e inesquecível, mas sempre integrado à narrativa de um clube que se construiu colocando o Real Madrid acima de qualquer nome próprio. Para nós, que visitamos museus de diversos clubes, não deixe de ser uma característica peculiar em relação a outros tantos clubes. Siga  @temestadiotemhistoria  nas redes sociais e assine nossa newsletter para não perder nenhuma dica. Confira nosso tour no estádio:

  • O VESTIÁRIO FEITO EMBAIXO DA ARQUIBANCADA

    Quem vai jogar na Bombonera precisa lidar, antes de tudo, com um dos ambientes mais hostis do futebol mundial Arquibancada Alta, La Bombonera. Foto: Carolina Chassot Quando chegamos a Buenos Aires, uma coisa era certa: precisávamos conhecer a mística Bombonera, palco de alguns dos momentos mais intensos e emblemáticos do futebol argentino e sul-americano. Mais do que um estádio, ela é um símbolo cultural da cidade, carregado de identidade e paixão. O tour acontece a cada meia hora. Acompanhados por uma guia, percorremos parte da trajetória do Boca Juniors e conhecemos setores importantes do estádio, como as arquibancadas e a sala de imprensa. O que mais nos chamou a atenção foi o vestiário do time visitante. Pequeno, acanhado, sem qualquer luxo e completamente dominado pelas cores azul e amarelo do Boca Juniors, ele deixa claro, desde o primeiro momento que o visitante não está em casa. Vestiário do visitante. Vídeo: Carolina Chassot A La 12 e a pressão que vem de cima Ao sair do vestiário, seguimos direto para o setor da torcida popular, a famosa La 12 , uma das torcidas organizadas mais conhecidas da América Latina. É dali que nasce grande parte da atmosfera que torna a Bombonera tão temida. Durante o tour, a guia contou uma história que ajuda a explicar essa fama. Em jogos grandes e decisivos, a torcida organizada costuma chegar ao estádio ainda vazio e começar a pular nas arquibancadas, onde logo abaixo fica o vestiário visitante. O objetivo é fazer barulho propositalmente para intimidar os jogadores, aumentando a pressão psicológica antes mesmo do jogo começar. "La 12", arquibancada popular. Vídeo: Carolina Chassot Não é por acaso que a Bombonera é considerada um dos estádios mais místicos do futebol. Sua arquitetura foi pensada para isso. As arquibancadas íngremes e assimétricas potencializam a acústica, fazendo o som da torcida se multiplicar. Além disso, o estádio literalmente treme. A vibração ocorre por causa da contração e dilatação da estrutura, um efeito previsto e calculado por engenheiros, mas que, para quem está dentro, parece quase sobrenatural. Visitar a casa do Boca Juniors é parada obrigatória para qualquer apaixonado por futebol. Estar em um estádio tão simbólico, carregado de história e identidade, é uma experiência única daquelas que ajudam a entender por que alguns lugares vão muito além do que é futebol. Siga  @temestadiotemhistoria  nas redes sociais e assine nossa newsletter para não perder nenhuma dica.

  • COMO OS ESTÁDIOS DE FUTEBOL REFLETEM A IDENTIDADE DOS CLUBES

    Dos palcos milionários aos estádios raiz, como as casas dos clubes revelam identificação, ambição e pertencimento no futebol Estádio do Defensor no Uruguai. Foto: Carolina Chassot Dos mais sofisticados aos mais simples, dos palcos modernos aos estádios raiz, a casa de cada clube carrega muito mais do que concreto, ferro e arquibancadas. Ela reflete história, ambição, cultura e, principalmente, a forma como aquele clube se enxerga no mundo. Durante nossas viagens, conhecemos estádios de estilos completamente diferentes. Alguns puro luxo, com tecnologia de ponta e estrutura de entretenimento digna de grandes arenas. Outros modestos, sem grandes recursos, mas cheios de memória, pertencimento e identidade. Apesar das diferenças evidentes, todos têm algo em comum: a paixão pelo futebol e o desejo constante de ver o time vencer. Na Europa, estão alguns dos estádios que mais impressionam pela grandiosidade. O Tottenham Hotspur Stadium é um exemplo claro disso. Inaugurado em 2019, após um investimento bilionário, o estádio representa uma nova fase do clube londrino, que passou a se posicionar como uma força competitiva da Premier League. Não por acaso o Tottenham conquistou um título de campeão europeu em 2025, consolidando um projeto que vai muito além das quatro linhas. Assista ao tour no estádio do Tottenham Seguindo na linha da grandeza, o Santiago Bernabéu talvez seja o estádio que melhor traduz a ideia de poder no futebol. Assim que entramos foi impossível não sentir que se está na casa do maior e mais vencedor clube do mundo. Apesar de toda a história construída ao longo das décadas, o Real Madrid optou por olhar para o futuro e se posicionar muito mais como uma empresa. Após a reforma bilionária, que está prevista para acabar no primeiro semestre de 2026, o Bernabéu atingiu um novo patamar. Mais do que um estádio, ele se apresenta como um centro de negócios, entretenimento e eventos, refletindo exatamente como o clube se posiciona: muito mais do que futebol, uma marca global. Há quem admire, há quem critique, mas é inegável que o estádio traduz, com perfeição, a identidade do Real Madrid. Assista ao tour no estádio do Real Madrid NA AMÉRICA LATINA, O CENÁRIO MUDA Ao atravessar o Atlântico e chegar à América Latina, o cenário muda e a essência permanece. Em Buenos Aires, o estádio do Platense é o retrato de um clube que construiu sua história com simplicidade e pertencimento. Campeão argentino pela primeira vez em 2025, o Platense tem uma casa modesta, mas extremamente bem cuidada. Quem mantém o estádio em funcionamento são, muitas vezes, os próprios torcedores que se tornaram funcionários do clube. Logo na chegada, fica claro: ali, cada detalhe é tratado com carinho e senso de responsabilidade. Assista ao tour no estádio do Platense No Uruguai, a experiência se repete de forma ainda mais íntima. O estádio do Defensor, em Montevidéu, é pequeno, simples e profundamente humano. Durante a visita, conhecemos a cozinheira do clube, viúva de um ex-jogador, que carrega no olhar e nas palavras todo o amor por aquela instituição. Assistimos a um jogo e entendemos na prática, como um estádio raiz molda uma torcida apaixonada. O espaço funciona como área de convivência: crianças jogavam futebol na quadra dentro do estádio enquanto a bola rolava no campo principal. Ali, o clube é parte da vida cotidiana. Quadra no estádio do Defensor. Vídeo: Carolina Chassot Esse mesmo sentimento aparece em outros cantos do futebol mundial. O Craven Cottage, estádio do Fulham, é pequeno, histórico e localizado às margens do Rio Tâmisa. Ele reflete exatamente a imagem do clube que é tradicional, familiar, discreto e orgulhoso de suas raízes. No fim, os estádios são muito mais do que cenários de jogos e isso foi a grande motivação da criação do nosso projeto. Eles contam histórias, revelam ambições e preservam memórias. Cada arquibancada, cada corredor e cada detalhe arquitetônico ajuda a explicar quem é aquele clube, de onde ele veio e para onde quer ir. Por isso é tão legal viajar e conhecer estádios pelo mundo, por mais que sejam todos estádios nunca são iguais e cada um guarda uma história. Siga  @temestadiotemhistoria  nas redes sociais e assine nossa newsletter para não perder nenhuma dica.

  • OS ESTÁDIOS MAIS ANTIGOS DAS PRINCIPAIS LIGAS DA EUROPA

    Palcos históricos que atravessaram gerações e seguem em atividade nas maiores competições do continente; confira a lista Estádio do PSG foi inaugurado como um velódromo. Foto: Divulgação Muito além de jogos e títulos, alguns estádios carregam décadas, e até séculos, de história. Selecionamos os palcos mais antigos ainda em uso nas principais ligas europeias , que são verdadeiros monumentos do futebol mundial. Confira a lista: PREMIER LEAGUE – St. James’ Park (1880) A casa do Newcastle United é o estádio mais antigo da elite do futebol inglês. Fundado em 1880, o St. James’ Park domina a paisagem da cidade e segue como um dos símbolos mais tradicionais do futebol britânico. LA LIGA – San Mamés (1898) Casa do Athletic Bilbao, o San Mamés é o estádio mais antigo da primeira divisão espanhola. Apesar das reformas ao longo do tempo, sua origem remonta a 1898, mantendo viva uma história centenária no coração do País Basco. SERIE A – Luigi Ferraris (1911) O estádio mais antigo da elite italiana é o Luigi Ferraris, em Gênova. Desde 1911, é o palco dos clássicos entre Genoa e Sampdoria, dois clubes que dividem não apenas a cidade, mas também um dos estádios mais históricos da Europa. LIGUE 1 – Parc des Princes (1897) O mais tradicional também é o mais antigo. Inaugurado em 1897, o Parc des Princes começou como velódromo e só em 1970 passou a ser a casa fixa do Paris Saint-Germain, tornando-se um dos símbolos esportivos de Paris. BUNDESLIGA – Weserstadion (1909) Desde 1909, o Werder Bremen manda seus jogos no Weserstadion. Às margens do rio Weser, o estádio atravessou gerações e segue como referência histórica do futebol alemão. GALERIA Confira nosso tour no Parc Des Princes Siga o @temestadiotemhistoria e assine nossa newsletter.

  • OS MONUMENTOS HISTÓRICOS DA COPA DO MUNDO ESCONDIDOS NAS RUAS DE MONTEVIDÉU

    Sede da primeira Copa do Mundo, a capital uruguaia guarda um capítulo do futebol em suas ruas Monumento ao primeiro gol em Copas do Mundo. Foto: Vítor Figueiró Na nossa passagem por Montevidéu , além de visitar o histórico Estádio Centenário e os gigantes Peñarol e Nacional, tínhamos um desejo particular e, à primeira vista, até incomum em uma cidade com tantos atrativos. Queríamos caminhar sem pressa e descobrir as histórias que marcaram o país que sediou a primeira Copa do Mundo. Passeamos pelas tranquilas ruas do bairro, uma atração natural da cidade que nos encanta, até chegarmos ao ponto onde o futebol começou a escrever sua trajetória nos Mundiais. Na esquina das ruas Coronel Alegre e Charrúa, no belíssimo bairro de Pocitos, estão dois monumentos que remetem à primeira partida de uma Copa do Mundo, disputada entre França e México em 1930. Monumento “Cero a Cero y Pelota al Medio”: Monumento em alusão ao pontapé inicial nas Copas do Mundo. Foto: Carolina Chassot Em meio a casas, edifícios e comércios, com a calma típica de Montevidéu, duas obras do arquiteto Eduardo Di Mauro chamam a atenção de qualquer apaixonado pelo esporte. No início da rua está o “Cero a Cero y Pelota al Medio” , que indica onde ficava o centro do gramado do antigo Estádio de Pocitos, casa do Peñarol até 1940. A arena foi demolida para a expansão urbana, mas foi exatamente ali que França e México deram o pontapé inicial da história dos Mundiais. Alguns metros adiante, do outro lado da rua, está o “Donde Duermen las Arañas” , uma homenagem ao primeiro gol da história das Copas, marcado pelo francês Lucien Laurent em Pocitos. Foto na entrada da rua mostra como era o estádio antigamente. Foto: Vítor Figueiró Os monumentos eternizam esse capítulo do futebol e mostram como experiências simples, como caminhar atentos pelas cidades, revelam histórias valiosas para quem viaja com curiosidade e espírito de aventura. Veja vídeo sobre as estátuas: Siga o @temestadiotemhistoria nas redes sociais e se inscreva na nossa newsletter

  • "ESPERO PODER VOLTAR ALGUM DIA", DIZ MESSI EM VISITA SURPRESA AO CAMP NOU

    Craque argentino retorna a Barcelona e conhece as obras do estádio que marcou sua carreira Messi de volta ao Camp Nou após quatro anos . Foto: Reprodução Lionel Messi surpreendeu torcedores e funcionários do Barcelona ao aparecer no Camp Nou na noite do último domingo (09). Após decidir mais uma partida pelo Inter Miami, o argentino deixou os Estados Unidos e viajou para a Espanha para conhecer as reformas do estádio que foi sua casa por 17 temporadas. O camisa 10 publicou nesta segunda-feira (10) fotos do passeio e uma mensagem destacando sua paixão ao clube. “Ontem à noite voltei a um lugar que sinto muita falta. Um lugar onde fui imensamente feliz, onde todos vocês me fizeram sentir mil vezes a pessoa mais feliz do mundo. Espero poder voltar algum dia, e não apenas para me despedir como jogador, o que nunca tive a oportunidade de fazer”, escreveu. Segundo jornais espanhóis, a visita foi totalmente inesperada e nem mesmo os porteiros do estádio sabiam da presença do craque, que preferiu evitar alarde e não avisou o clube. Considerado o maior jogador da história do Barcelona, Messi marcou 672 gols em 778 partidas, conquistando quatro Ligas dos Campeões, três Mundiais e dez títulos espanhóis. Sua volta ao Camp Nou, ainda que breve, reacendeu a saudade de uma era que transformou o clube e o futebol mundial. O Barcelona também publicou uma referência à visita do argentino nas redes sociais: “Sempre bem-vindo à tua casa, Messi”.

  • COMO É UM DIA DE JOGO EM DIFERENTES PAÍSES?

    Fomos assistir partidas na Inglaterra, Brasil, Argentina e Uruguai Estádio Monumental, jogo do River Plate. Foto: Carolina Chassot Uma das experiências mais legais de viajar pelo mundo, principalmente para quem ama futebol, é assistir a uma partida ao vivo. E, como esse também é o nosso caso, sempre que tivemos a oportunidade aproveitamos para viver essa experiência. Ao longo das viagens, assistimos a jogos em diferentes países, com torcidas, culturas e e logísticas muito distintas. Estivemos em Londres, Buenos Aires, Montevidéu e Porto Alegre. Na Inglaterra, a experiência foi a mais diferente de todas e a única fora da América Latina. Fomos ao Estádio Olímpico de Londres , casa do West Ham, e também assistimos a um jogo do Leyton Orient , ambos pela Carabao Cup. Por lá, o hábito de ir de carro ao estádio é raro, pois a maioria dos torcedores utiliza metrô ou trem. Tanto que muitos estádios sequer se preocupam com grandes estacionamentos e é incomum ver congestionamentos de carros no entorno em dias de jogo. O trânsito de pessoas, no entanto, é intenso. Entre West Ham (Primeira Divisão) e Leyton Orient (Terceira Divisão), percebemos diferenças claras na forma de torcer. A torcida do West Ham é mais silenciosa, aplaudindo em momentos pontuais, como grandes jogadas. Já no Leyton Orient, o apoio é um pouco mais constante, ainda distante do padrão latino-americano, mas com algumas músicas e provocações à torcida adversária. No geral, a sensação é quase a de um teatro. Mesmo com torcida visitante, não vimos confusão nem grande presença policial. Placas para pedestres na saída do Estádio Olímpico de Londres. Vídeo: Carolina Chassot A saída do Leyton Orient foi tranquila, já que o público não chegava a 10 mil pessoas. No West Ham, com mais de 60 mil torcedores, o fluxo era maior, mas extremamente organizado. Como o uso do metrô é intenso, a polícia utiliza placas de STOP  e GO  para controlar o deslocamento , o que evita tumultos. Mesmo com estações lotadas, tudo funcionou de forma tranquila, sem tumulto ou empurrão. Na América Latina, o cenário muda bastante. Em Buenos Aires, por exemplo, não há torcida visitante, mas o policiamento chega a ser maior do que em jogos com torcida adversária no Brasil. É comum o fechamento de ruas ao redor dos estádios, permitindo o acesso apenas de moradores. No entorno do Monumental, estádio do River Plate e localizado em um dos bairros mais ricos da cidade, esse controle é ainda mais rígido. Dependendo do setor do ingresso, o torcedor só pode circular por determinadas ruas e entradas. A Argentina foi o país onde mais vimos o estádio cantar do início ao fim, tanto em jogos da primeira quanto da segunda divisão. Como costuma acontecer aqui no Brasil. Na saída, a logística é um pouco mais complicada do que em Londres. Na maioria das vezes, voltamos de Uber. No jogo do Vélez voltamos de  ônibus e foi tranquilo, com uma parada bem na frente ao estádio. Já no Cilindro de Avellaneda, do Racing, foi mais difícil encontrar informações e transporte público e preferimos voltar de Uber. Em Montevidéu, a experiência foi mais tranquila. O estádio do Peñarol fica afastado do centro, mas em dias de jogo há linhas especiais de ônibus para levar os torcedores e foi assim que chegamos. Já para os jogos de Nacional e Defensor, o acesso por Uber ou a pé foi simples. Torcida do Peñarol. Vídeo: Vítor Figueiró Durante o jogo, a torcida do Peñarol cantou os 90 minutos, inclusive no intervalo. Aproveitamos o intervalo para comer um hambúrguer, já que havia mesas dentro do estádio, o que facilitou bastante. Nos jogos de Nacional e Defensor, a torcida foi um pouco mais discreta, mas ainda assim bastante presente. A saída dos estádios em Montevidéu também foi tranquila. No Peñarol, o acesso aos ônibus era fácil, apesar do trânsito intenso de carros. O policiamento foi moderado e não houve problemas, até porque o público era menor. No Brasil, a principal diferença que sentimos foi a presença maior de torcedores adversários nos jogos. Ainda assim, o restante da experiência se assemelha bastante à argentina: torcida cantando a maior parte do tempo e clima intenso. Uma diferença curiosa é que, mesmo com mais torcida visitante, o policiamento costuma ser menor do que na Argentina. Jogo na Arena do Grêmio. Vídeo: Vítor Figueiró No fim das contas, assistir a jogos nesses quatro países foi uma experiência incrível , cada uma com suas particularidades. Todas valem o investimento. A dica final é sempre a mesma: ao comprar ingressos, procure sites confiáveis ou compre diretamente na bilheteria dos clubes, como fizemos na maioria das vezes. Siga  @temestadiotemhistoria  nas redes sociais e assine nossa newsletter para não perder nenhuma dica.

  • O MULTIPALCO DE LONDRES: O ESTÁDIO QUE JÁ SEDIOU CORRIDA DE CACHORRO

    O famoso estádio de Wembley, na Inglaterra, já serviu de palco para alguns dos eventos mais variados do esporte e do entretenimento mundial Wembley, o estádio mais importante de Londres. Foto: Carolina Chassot Quando estivemos em Londres, visitar Wembley era algo que simplesmente não poderia ficar de fora do roteiro. Inclusive, chegamos a estender nossa estadia no país em 10 dias, já que o tour do estádio estava temporariamente fechado por causa dos shows da cantora Taylor Swift. E falar de Wembley é, inevitavelmente, falar de shows. O estádio é um dos que mais receberam grandes eventos do entretenimento no mundo. Ao longo dos anos, nomes como Queen, Michael Jackson, Adele, Oasis, entre muitos outros artistas icônicos, já passaram por ali. Veja a matéria sobre o review do tour Mas o que mais nos surpreendeu veio durante o tour, ao visitar o museu do estádio. Lá, Wembley apresenta uma linha do tempo com todos os tipos de eventos que já sediou e alguns deles são, no mínimo, inesperados. Entre 1927 e 1998, por exemplo, o estádio foi palco de corridas de galgos , uma corrida de cachorro que acabou sendo transferida para outros locais após conflitos de agenda. Linha do tempo no tour do estádio dos eventos sediados. Vídeo: Carolina Chassot A lista segue impressionando: em 1938, Wembley recebeu uma corrida de carros, em 1961, sediou a final do Campeonato Internacional de show jumping , em 1968, foi a vez dos cavalos competirem em Wembley, em 1975, provas de motociclismo, em 1982 o estádio foi palco da visita do Papa ao país e, em 1992, recebeu uma grande competição de luta livre. Claro, o primeiro evento da história de Wembley foi um jogo de futebol. Construído em apenas um ano e inaugurado em 1923, o estádio recebeu logo a final da FA Cup, entre Bolton Wanderers e West Ham, no dia 28 de abril daquele ano com título do Bolton. Desde então, Wembley recebeu final de Copa do Mundo, Champions League, Jogos Olímpicos e até eventos ligados às Olimpíadas de Inverno. Um verdadeiro multipalco do esporte mundial e um tour que vale cada minuto para quem quer entender a dimensão histórica desse estádio. Confira o tour no estádio Siga  @temestadiotemhistoria  nas redes sociais e assine nossa newsletter para não perder nenhuma dica.

  • REVIEW OLD TRAFFORD: COMO É A VISITA À CASA DO MANCHESTER UNITED?

    Confira nossa review do tour na emblemática casa dos Red Devils Um dos estádios mais especiais do mundo. Foto: Vítor Figueiró Após duas semanas em Londres , partimos rumo ao noroeste da Inglaterra para conhecer a cidade de Manchester e um dos maiores templos do futebol mundial: o Old Trafford. Com mais de 100 anos de história, as paredes do estádio foram testemunhas de grandes momentos do esporte. Confira nossa review do tour: Entradas : Por ser um tour muito procurado por torcedores e fãs de futebol, os horários são amplos — com saídas a cada 30 minutos — e os ingressos podem ser comprados na hora, diretamente na bilheteria. Os tickets são os mais caros que encontramos ao longo de todo o projeto. Valor: 39 libras. Chegada ao estádio: Para economizar — o grande segredo para quem quer viajar longe — nos hospedamos em uma região bem afastada do centro de Manchester. Por isso, para nós, foi preciso pegar dois ônibus até o Old Trafford, que também fica distante dos principais pontos turísticos. Apesar da demora, a chegada é tranquila e o transporte te deixa ao lado do estádio. Arredores : O estádio chama atenção por fora pela beleza e pelo formato imponente. Nos arredores, destacam-se as estátuas de figuras como Alex Ferguson, Matt Busby e o ataque The Trinity. Guias : O tour acontece com orientação de um guia bem divertido, responsável por passar todas as informações ao longo do passeio. Ao contrário de outros tours, aqui não há muitas explicações por placas, por isso é preciso ficar atento ao guia. Confira o vídeo do tour: Acessos : Os acessos são interessantes, mas fomos surpreendidos por algo incomum na nossa visita. Para fotografar na sala de imprensa e na cadeira do treinador, era preciso pagar um valor extra além do que já havíamos desembolsado. Uma surpresa infeliz e um ponto bastante negativo. Duração : O tour dura aproximadamente 70 minutos. O tempo é adequado para os acessos disponibilizados e conseguimos fazer muitos registros e filmagens no gramado. Museu : Um verdadeiro mergulho na história do Manchester United — nas glórias e nas tristezas. Um dos diferenciais é a possibilidade de interagir com vários itens do museu, como tecidos de uniformes e taças. Confira os itens mais valiosos do Museu Em uma das salas, você abre gavetas e conhece detalhes de cada fase do clube por meio de itens selecionados. Nos tocou bastante o espaço dedicado a relembrar a tragédia de Munique e a forma como a torcida ajudou o clube a se reerguer. Assista nossa review em um minuto ou mais:

  • COMO OS ESTÁDIOS MODERNOS MUDARAM O COMPORTAMENTO DOS TORCEDORES

    A modernização dos estádios afastou o torcedor raiz da arquibancada As grandes reformas dos estádios ao redor do mundo transformaram a maneira como as pessoas assistem futebol. Ao mesmo tempo em que aumentaram o conforto, ampliaram a segurança e ofereceram experiências mais qualificadas, essas mudanças também trouxeram uma consequência inevitável: o futebol ficou mais caro . E, quando o preço sobe, muda também o perfil de quem consegue ocupar as arquibancadas. Quando fomos visitar o Emirates Stadium , estádio do Arsenal,  reparamos como o lugar é impecável e pensado para os torcedores. No Highbury, o antigo estádio do clube, era comum que centenas de cadeiras fossem substituídas a cada temporada em razão de desgaste, vandalismo e mau uso. Já no Emirates, mais moderno e organizado, o clube precisou trocar, na primeira década inteira de funcionamento, apenas três cadeiras por temporada. O Arsenal concluiu que um ambiente mais limpo, estruturado e caro gera, naturalmente, mais cuidado por parte de quem o utiliza. Mas esse comportamento não surge do nada. Ele também reflete uma mudança no próprio público. Os ingressos ficaram mais caros, os setores VIP dobraram de tamanho, as áreas corporativas se multiplicaram e a experiência de jogo se transformou em um produto premium. Quando um clube eleva o preço, seleciona automaticamente quem pode entrar e, ao selecionar quem entra, transforma a cultura da arquibancada. Camarote no Emirates Stadium. Vídeo: Carolina Chassot O Tottenham é outro estádio da Premier League de alto padrão. Quando fomos conhecer entendemos por que ele é o palco do futebol mais moderno da Inglaterra e do mundo. A arena conta com bares de autoatendimento, corredores amplos, organização tecnológica e serviços de alto padrão. O resultado foi um público mais disciplinado, menos tumulto e um cuidado maior com o espaço, como se a modernidade do estádio exigisse uma postura equivalente. Não é de hoje que se discute o quanto a Premier League se tornou um produto global e caro. Em diversos clubes tradicionais, como Arsenal, Liverpool, Chelsea e West Ham, torcedores reclamam que “os turistas tomaram o estádio”. Essa sensação, no entanto, não surgiu espontaneamente. Como explicam Joshua Robinson e Jonathan Clegg no livro A Liga , a elite proprietária dos clubes ingleses passou a preferir arenas modernas e ingressos mais caros em vez de arquibancadas populares voltadas ao torcedor tradicional. O objetivo é claro: ampliar a receita, mesmo que isso altere a identidade histórica dessas torcidas. Essa lógica também começa a ganhar força na América do Sul. Quando fomos para Buenos Aires, ouvimos relatos de torcedores de Boca Juniors e River Plate que não conseguem mais acompanhar o próprio time no estádio por causa do aumento dos preços. A reforma do Monumental, por exemplo, elevou significativamente o valor dos ingressos e, aos poucos, mudou o perfil de quem consegue frequentar os jogos. Jogo do River Plate, no Monumental. Foto: Carolina Chassot Esse assunto é bem complexo. Arenas modernas geram mais renda, proporcionam maior segurança e melhoram a experiência de quem está ali. Mas, ao mesmo tempo, afastam torcedores tradicionais, modificam a atmosfera das arquibancadas e criam barreiras econômicas difíceis de ignorar. Siga @temestadiotemhistoria nas redes sociais e assine nossa newsletter para não perder nenhuma dica.

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